O “novo normal” pós-pandemia de coronavírus vai exigir um cuidado maior por parte de profissionais de todas as áreas. Muitos vão começar a aderir ao uso de luvas de proteção e outros vão redobrar a atenção na utilização deste Equipamento de Proteção Individual (EPI).

Confira alguns fatos e alguns mitos sobre a utilização de luvas de proteção:

Luvas descartáveis proporcionam maior custo-benefício: FATO

As luvas reutilizáveis, aquelas de borracha que você encontra nos supermercados, podem parecer mais econômicas, mas não se engane: o desperdício de água e material para higienizá-las após sua utilização acaba pesando na conta. Além disso, é necessário despender de mais tempo para fazer essa higienização, que poderia ser usado para continuar o fluxo de trabalho.

Quando você utiliza luvas descartáveis não precisa investir tempo nem recursos hídricos, basta utilizar e descartar da maneira correta. Ou seja, muito mais praticidade para seu dia a dia.

O uso de luvas substitui a higienização das mãos: FAKE

Mesmo com as mãos protegidas pelas luvas, é necessário sempre higienizá-las antes e depois de utilizar o EPI. Uma boa lavagem com água e sabão ou álcool gel 70% é essencial mesmo com o uso de luvas.

Luvas reutilizáveis de borracha podem proliferar bactérias: FATO

O uso constante de uma luva reutilizável pode acabar causando a proliferação de bactérias, fungos e vírus. Se o usuário entrar em contato com um desses agentes externos e a higienização interna e externa não for feita corretamente, a tendência é que os microorganismos patológicos se instalem na luva e se reproduzam.

Com as luvas descartáveis você evita este problema, elas são de uso único.

O pó usado nas luvas da Supermax causa alergia: FAKE

O pó presente nas luvas da Supermax é o amido de milho. Ao não ser que você tenha alergia especificamente ao amido de milho, ele não lhe causará nenhum tipo de irritação. O que realmente causa alergia é o látex e outros compostos químicos presentes nas luvas. O pó atua como um condutor, fazendo com que as mãos tenham ainda mais contato com o látex.

Para resolver este problema a Supermax tem em seu portfolio luvas Powder Free com baixíssimo teor de látex e também nitrílicas (fabricadas em borracha natural, portanto sem látex).

Luvas de látex possuem mais elasticidade que as de nitrilo: FATO

As luvas feitas de látex possuem mais elasticidade do que as de borracha nitrílica, mas não quer dizer que possuem mais ou menos qualidade e resistência. Esse é um fato ligado apenas à composição do material.

Agora que você já sabe alguns fatos e mitos sobre as luvas de proteção, conheça todos os produtos da Supermax Brasil e entre em contato agora mesmo com uma de nossas vendedoras para fazer seu orçamento.

As luvas Nitrilo Iginite foram desenvolvidas para serem utilizadas em trabalhos onde necessitem de uma luva mais grossa e resistente, como no segmento automotivo, construção civil e jardinagem, além disso, a luva Nitrilo Ignite é uma ótima opção para substituir as luvas de borracha, devido aos inúmeros benefícios que elas apresentam em sua usabilidade comparada às luvas de borrachas.

As luvas de Nitrilo comuns possuem uma espessura menor, por isso, são muito utilizadas na área da saúde, devido a sua flexibilidade e sensibilidade no tato. Suas usabilidades são comuns em atendimentos pré-hospitalares por médicos e enfermeiros, consultórios odontológicos, salões de beleza e estúdios de tatuagem.

As luvas Nitrilo Ignite da Supermax foram lançadas atendendo aos pedidos de nossos clientes, que precisavam de uma luva de Nitrilo com maior espessura e resistência e com a mesma sensibilidade e flexibilidade das outras luvas comuns. Dessa forma ampliamos os segmentos atendidos pelas luvas Supermax, atuando desde consultórios médicos até construções civis.

As luvas Nitrilo ignite já são comercializadas nos Estados Unidos, Canadá, Europa entre outros e atendem aos mais rigorosos padrões de qualidade internacionais. Agora elas chegam ao Brasil com a qualidade insuperável Supermax!

AS DIFERENÇAS ENTRE AS VACINAS DA REDE PÚBLICA E PRIVADA

Essa é sempre uma grande e comum dúvida que a população tem em relação aos cuidados com a saúde das crianças.

Afinal o que são vacinas?

São substâncias que ao serem introduzidas no organismo  estimulam uma reação do sistema imunológico(sistema de defesa ), desencadeando a produção de anticorpos  que acabam tornando o organismo imune ou mais resistente a determinadas doenças.Com o avanço de pesquisas e desenvolvimento de  novas tecnologias para a produção de vacinas é possível prevenir doenças que em outras épocas matavam ou prejudicavam muitas crianças e adultos .Sem ser vacinada a pessoa fica exposta a doenças que podem causar sérios danos a saúde.

A Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIM) é o órgão responsável pelos Calendários de Vacinação no Brasil. Atualmente temos três calendários :SUS, Sociedade Brasileira de Pediatria e Sociedade Brasileira de Imunizações, todos se baseiam em evidências científicas de estudos mundiais e com os dados dos órgãos públicos.

O Calendário de Vacinação é dinâmico no mundo todo e muda de acordo com a incidência de doenças em cada região.

As vacinas tem um alto custo e por isso entram no calendário vacinal da rede pública quando as doenças oferecem risco à saúde pública, diferente da rede privada, que analisa o indivíduo e não a necessidade coletiva.

Apesar das vacinas oferecidas na  rede pública  apresentarem ótima qualidade e garantirem a imunização,  são diferentes daquelas existentes na rede privada , sendo que as da rede privada  apresentam benefícios  na redução da ocorrência de eventos adversos( reações ) devido a maneira como são processadas.

As vacinas pode ser processadas das seguintes formas :

  1. Agentes atenuados (vivos)
  2. Agentes inativados(mortos)
  3. Conjugadas(partes do agente)

As vacinas de agentes atenuados são as que “podem” oferecer mais reações. Sendo essa uma das diferenças entre rede pública e privada, as vacinas oferecidas pela rede pública é feita com agentes atenuados , enquanto na rede privada com agentes inativados ou conjugados.

Além da forma de apresentação da vacina existem outras diferenças entre rede pública e privada , saiba quais :

DIFTERIA/COQUELUCHE/TÉTANO(TRÍPLICE BACTERIANA)
Na rede pública está disponível a DTPw, que é feita a partir de células inteiras da bactéria; já na rede privada existe a versão DTPa que é acelular, ou seja, não é feita com as células inteiras , e sim com proteínas . É uma vacina mais purificada, só contém o que realmente é necessário para proteção e, por isso, as chances de ocorrerem eventos adversos são menos frequentes e intensas.

HAEMOPHILUS INFLUENZAE TIPO B
Haemophilus influenzae tipo B é uma bactéria que pode causar uma série de doenças infecciosas com complicações graves como pneumonia, otite ( dor de ouvido), epiglotite ( inflamação da epiglote), meningite, inflamação das articulações, entre outros. A vacina contra essa bactéria está disponível tanto na rede pública quanto na rede privada, com a diferença de que na rede privada é oferecida uma dose a mais, garantindo ainda mais a proteção das crianças contra essas patologias tão comuns.

ROTAVÍRUS
O rotavírus se caracteriza por uma forma abrupta de vômito, diarréia e febre alta, que podem causar desidratação grave. Em alguns casos, também há sintomas como falta de apetite, náuseas e dores abdominais. A principal forma de contágio é via fecal-oral, ou seja, por contato pessoa a pessoa através de água, objetos e alimentos contaminados e, mais raramente, por propagação aérea.
A vacina de rotavírus é uma vacina de vírus vivo, oral. Ela pode ser monovalente, que protege apenas contra um sorotipo de rotavírus, mas oferece proteção cruzada contra outro sorotipo e é dada em 2 doses. A vacina rotavírus monovalente é oferecida na rede pública.
A outra opção é a vacina pentavalente, que está presente na rede privada. Ela oferece imunidade contra 5 sorotipos diferentes de rotavírus e é feita na clínica em 3 doses.

PNEUMONIA
As vacinas pneumocócicas conjugadas protegem as crianças das doenças causadas pela bactéria Streptococcus pneumoniae, causadora de doenças como pneumonia, meningite e otite média aguda. A vacina pneumocócica conjugada 10, presente na rede pública, protege contra 10 subtipos de pneumococos. Já a vacina pneumocócica conjugada 13, presente na rede particular, irá proteger contra 13 subtipos de pneumococos.
Existe ainda a opção pneumocócica 23, presente na rede privada, que oferece proteção contra 23 tipos de pneumococos e indicada para idosos, prematuros, crianças com pneumonias de repetição, asmáticos, cardiopatas e síndrome de Down.

INFLUENZA
Na rede pública a vacina influenza , que protege contra a gripe, é oferecida somente até os 5 anos de idade. A Sociedade Brasileira de Imunizações recomenda que todos sejam vacinados anualmente contra a influenza, independente da idade, recomendação essa que se torna possível em redes privadas, onde todos podem ser vacinados sem pertecerem a determinados grupos de risco.

MENINGITE
A vacina meningocócica conjugada C está presente na rede pública, enquanto a versão ACWY só pode ser encontrada na rede privada. Ambas previnem meningites, com a diferença que a meningocócica conjugada C protege apenas contra o tipo C e a versão ACWY protege contra esses quatro tipos. A vacina meningocócica conjugada ACWY e a vacina meningocócica B só estão disponíveis na rede privada de clínicas de vacinação e a importância destas vacinas reside no fato de que muitos países, inclusive o nosso, vêm observando aumento na proporção de casos de doença meningocócica pelos sorotipos B e W. Além disso, em muitos países o risco de infecção pelos tipos B, A, W e Y é maior que no Brasil, de modo que esta vacina se torna a melhor opção para viajantes.

HEPATITE A
A rede pública vacina as crianças com 01 ano de idade; contudo, a rede privada segue a recomendação da Sociedade Brasileira de Imunizações e, seis meses após esta primeira dose, aplica-se uma segunda dose. Uma única dose desta vacina garante proteção até os 10 anos de idade, mas não há certeza quanto a vida adulta.

HPV
A vacina quadrivalente contra o HPV está disponível gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para meninas de 9 a 13 anos e para meninas vivendo com HIV de 9 a 26 anos. Na rede privada, a vacina quadrivalente está disponível para meninas e mulheres de 9 a 45 anos e para meninos e homens de 9 a 26 anos. Além delas, a rede privada conta com a vacina bivalente, licenciada para todas as meninas e mulheres a partir de 9 anos.

VARICELA
A vacina varicela irá proteger as crianças contra a catapora. Contudo, a rede pública oferece apenas uma dose dela, o que não é suficiente para prevenir a doença, apenas evita que a pessoa desenvolva versões mais graves. Na rede privada são oferecidas 2 doses, sendo que a segunda dose irá de fato proteger contra a doença.

O Calendário de Vacinação Nacional oferecido pelo SUS evoluiu nos últimos anos ,mas a rede privada apresenta  vantagens em vários aspectos.Ambas são seguras e protegem  a saúde da criança garantindo uma infância saudável.

Referências:

http://clinicamedicaclimed.com.br/

https://www.analumasi.com.br

https://www.sobrematernidade.com.br/

http://filhinhosdamamae.com.br/